#167455 Resposta

Vitor Gomes

A Ana Cristina na minha opinião está a ver mal o filme.

Primeiro se tem queixas a fazer, deve fazê-las na origem primeiro, e, não resultando, nas autoridades depois.

Se para si é um “lol” o simples facto que cães perto a ladrar ouvem-se e incomodam substancialmente mais que cães longe a ladrar, revela alguma incapacidade de processar o óbvio. Portanto acha que o senhor deve fazer queixas iguais esteja o cão mesmo ao lado ou esteja duas ruas abaixo a ouvir-se lá ao longe..

Depois fala de situações que provocam barulho, feitas por humanos, não explica é se é todos os dias e todas as noites, porque ninguém vai chamar a policia porque uma mota passou e fez barulho, isto parece-me óbvio, mas se a mota passar todos os dias ou de madrugada, durante semanas, se calhar já se pode tentar exercer um direito ou outro..

Quanto à incoerência do vizinho de pedir silêncio mas ter desrespeitado ocasionalmente, será que ele sabe disso ou somente quem veio a este fórum ler? Outro facto igualmente lógico é que por vezes as pessoas fazem coisas sem se aperceberem, mas quando têm conhecimento, aí sim, decidem se continuam a fazer ou resolvem.

Se não lhe diz nada quando corta a relva (não todos os dias e sistematicamente como o possivel ladrar de cães) ele pode, por mais esquisito que lhe possa parecer, não se aperceber que vos incomoda. Mas até ver ele tem mais pontos positivos que a senhora, pois quando se sente incomodado com cães ou música, ele decide que os autores do ruído sejam os primeiros a saber, em vez das autoridades, e a senhora decide que primeiro deve expor aqui a desconhecidos na web, e daqui a uns anos talvez o confronte com os seus pensamentos..

Eu tenho um filho, que faz barulho a brincar com carrinhos em horas normais, se tivesse um cão a ladrar ao lado, acha que perdia o direito de me queixar só porque o meu filho fazia outro tipo de barulho? Há vários factores que pesam, o ser esporádico, o ser constante, o ser humano, o ser possível resolver, etc.

 

Cumprimentos.