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    • #190315 Responder
      Sara Almeida
      Convidado

      Boa tarde, Tenho um bulldog americano, o Jack, com 2 anos e meio. Tem 30 kg e um porte grande, a raça é pouco comum, pelo que acham sempre se tratar dum pitbull. Sempre foi super dócil e social com outras pessoas, mas também sempre foi um cão com demasiado medo de tudo. Também é um cão com muito mimo e que está muito agarrado a mim pois fui só eu e ele durante 2 anos. Quando comecei a namorar, ele mostrava se ciumento (tentava separar um abraço por exemplo) mas nunca de forma alguma foi agressivo com o meu namorado. Um dia ele levou o filho lá a casa, estavam os 3 a brincar no sofá e o jack acabou por morder a criança.. Claro que com a boca que tem acabou por ser grave, e o menino teve que levar pontos no nariz. Entretanto engravidei e apesar deste infeliz episódio nunca meti em hipótese desfazer me dele, porque sei que não o fez como forma de ataque mas sim ciúme/chamada de atenção. O meu bebé nasceu e tudo estava a correr super bem, um dócil com ele, enchia o de beijinhos, etc. Entretanto estou em mudança de casa e tive que vir uns dias para casa de familiares, onde habitam vários gatos (com quem o jack consegue conviver super bem) e outro cão que passava a vida a rosnar lhe, pelo que para evitarmos o pior, o jack teve que permanecer bastante do seu tempo fechado no quarto, o que o deixou triste e chateado porque acabava por não andar atrás de mim pela casa como estava habituado. Acabou por morder no lábio do meu bebé de 2 meses e meio  que se encontrava ao meu colo, que também teve que levar pontos. Sendo que chamamos uma ambulância, a GNR foi notificada e fui obrigada a colocar o jack no canil para ficar em quarentena e sob observação veterinária. As primeiras palavras da veterinária foram que nestes casos geralmente acabam por abater, estou desfeita e não consigo aceitar que isso possa acontecer. Eu sei que o Jack não fez para magoar, aliás, se fosse com esse intuito, isto tinha sido bem pior. Compreendo que ela diga que o Jack será considerado um cão perigoso e que sejamos obrigados a todas as precauções que isso acarreta. Compreendo que ela diga que o Jack não pode morar com crianças, visto ser imprevisível. Tenho consciência que seria sempre um risco para o meu filho e obviamente não o quero correr. Mas abater? Podem fazê lo mesmo contra a nossa vontade? Todos os dias vou ter com ele ao canil e nunca vi ninguém a fazer qualquer tipo de avaliação. E o que vejo é o meu cão triste e super nervoso, pelos motivos óbvios! Como podem decidir a vida dum cão, baseada numa avaliação em que o animal se encontra sob um stress tremendo? Alguém que me ajude por favor, não posso deixar que a batam o Jack! :(

    • #190336 Responder
      Rui Oliveira
      Convidado

      Segundo percebi este foi já o 2º ataque a crianças o que mesmo não tendo sido propositado, terá provocado ferimentos. A meu ver, deverá deixar bem claro que está disposta a tomar todas as medidas necessárias para que tal situação não se repita, nomeadamente leva-lo a uma escola de educação canina e socialização e cumprir um programa adequado e entretanto criar condições para que o Jack não fique com outras pessoas ou animais sem supervisão e açaime. Comece já a fazer contactos para criar confiança aos médicos veterinários municipais que o estão a avaliar. Se não se mostrarem recetivos a este tipo de plano poderá ter que consultar um advogado para a ajudar. a salvar o Jack.

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Resposta a: Impedir abate do meu cão
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